Sem bikeman dizer avonde

Está na moda casar a culpa, desde que Jorge Coelho veio dizer aos portugueses que a malfadada não pode morrer solteira!

Se outros méritos o ex-ministro não tivesse, bastaria esta sentença de morte à dita para que o dito ficasse na história como um “casamenteiro” corajoso. Aliás, na boa linha de conceitos do seu chefe Guterres.

Também cá por baixo precisamos de alguém capaz de dar o laço às situações mais polémicas. E se as há deus-meu!

Bastaria saber, por exemplo, quem é o “noivo” que quer tramar o ambiente do Ludo, esse ainda verde pulmão algarvio, a troco de um complexo turístico de alta qualidade.

Seria curioso saber se sempre vai haver ou não os tão desejados pavilhões multiusos na região.

E, já agora, digam lá quantas marinas cabem na costa algarvia? Tavira vai ter ou não uma cidade lacustre? Faro tem ainda espaço para outras grandes superfícies? O S. Luís é municipal ou privado? Fica assim ou vai abaixo e a favor de quem?

Ao menos, a gente podia ir fazendo contas às bodas!

demo senbaduru ha orunoga taihen kore majide yabaiyo

minnaga yuhgodo tauinin

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